Trinta anos de Engenheiros do Hawaii

250px-Enghaw_GLMHoje raramente ouço alguma música deles. Eu mudei, a banda mudou, o tempo passou… Mas jamais vou subestimar a importância que teve para mim.

Sou fã da formação clássica – Gessinger, Licks & Maltz. Enquanto as outras bandas brasileiras iam por um caminho, eles faziam um som progressivo, calcado sobre a melhor guitarra de rock brasileiro daquele período de final dos 80’s e início dos 90’s, ao som proeminente de um baixo com pitadas de Rush e os vocais com inspirações Floydianas que tão bem caracterizaram e tornaram único o som dos Engenheiros.

Pelos oito, nove anos de idade eu dava meus primeiros passos no contrabaixo e estava na fase maravilhosa de tirar músicas e mais músicas de ouvido. E faço questão de dizer que, naquele momento, Humberto foi uma das inspirações, pois aprender as suas linhas de baixo bem desenhadas, cheias de frases e mini solos consistiam num verdadeiro desafio.

Grande parte dos músicos, quando jovens, são atraídos para a música através do rock, devido à idade e à identificação com o som e as ideias.  Sorte, então, quando as bandas ouvidas são musicalmente boas.

Todo mundo têm histórias muito pessoais nessa relação de admiração por algum artista, e é isso que cria a empatia, a admiração e o respeito por um trabalho. A minha história com a banda vai além disso que citei, claro. Porém, se há algo que carrego comigo com orgulho é o fato de que a música dos Engenheiros fez parte da minha formação musical lá naquela fase crucial, lá no início.

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